Qual foi o plano de emergência da Marisa para enfrentar a pandemia

A pandemia causada pela Covid-19 fez a Marisa rever seus planos, criar plano de emergência e investir mais no comércio eletrônico. Primeiro, negociou pagamentos com fornecedores e os proprietários dos imóveis onde estão as lojas e se preparou para o pior.

Marisa se reinventou dentro de suas possibilidades para não quebrar durante a pandemia. Crédito: Reprodução

Mesmo assim, parte das vendas foram mantidas. De suas 354 lojas, 52 estão abertas em cidades onde as medidas de quarentena não foram tão rígidas. Além disso, aumentou as vendas pelo comércio eletrônico.

Uma das preocupações da empresa era com o pagamento dos boletos de cartão, já que 70% são feitos presencialmente nas lojas físicas. Para isso, a Marisa fez parcerias com redes de supermercados e padarias, que continuaram abertos na quarentena, para que os boletos pudessem ser pagos nesses parceiros. Além disso, 160 lojas foram abertas apenas para pagamento, com caixas na porta das unidades.

Como a varejista passou por um projeto de digitalização no ano passado, isso ajudou a manter as vendas durante esse período de crise, com o modelo de entrega clique e retire, para retirada das compras feitas pela internet nas lojas físicas

Parceria com grandes marketplaces também foram feitas: com o Mercado Livre, Lojas Americanas e Submarino, B2W, Zatini e Netshoes. A ideia traz novas fontes de receita e novos clientes. Cerca de 35% das compras nos meios digitais são feitas por novos consumidores.

Pensando na reabertura, a varejista já traça seus planos, como criar mais caixas para que as pessoas esperem menos tempo nas filas, os provadores se manterão fechados em um primeiro momento e haverá reforço na limpeza.

As lojas não irão voltar a funcionar em um horário tradicional e algumas que forem localizadas em calçadões, por exemplo, não irão abrir aos domingos.

As informações são da Exame.

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